Eu nasci na época errada.
Eu não gosto desses homens que não sabem o que querem. E não venha me dizer que a culpa é minha, por ser tão independente e decidida. Por me esforçar e ser bem sucedida e culta. E, na verdade eu nem sou isso tudo!
Eu quero que um homem peça ao meu pai licença para me escrever.
Eu quero um homem que me chame para dançar.
Um homem que saiba conduzir.
Odeio os moleques que ficam encostando, pegando. Aqueles que acham tudo um motivo pra pegar no seu braço, pra fazer massagens no ombro. Eu falo isso trincando os dentes.
É revoltante como tudo o que as mulheres conquistaram não as liberta do opressivo machismo nem da prepotencia.
Onde estão os homens (e aqui cabe também mulheres) que valorizavam a honra, a liberdade, a integridade e todas as ideologias de um mundo melhor???????
Minha vontade é escrever um palavrão muito grande. Mas eu estou tentando ser uma pessoa melhor.
Eu me sinto invadida, agredida e abandonada. E não sei o que fazer. Não sei como agir.
Toda a minha segurança, conhecimento e força somem. Eu vou soltar uma bomba nesse mundo!!!
Esse é só um meio que eu consegui pra me fazer lembrar de todos os pensamentos e ideias que passam na minha cabeça. É uma forma de guardar todas as coisas que se perdem no emaranhado de discursos que eu crio e nunca uso.
quarta-feira, 30 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
comidas,boa forma e bananeira
Não sei se sempre fui comilona...acho que não, porque lembro de ir ao médico pq andava desmaiando de fome...e, por mais que pareça, isso não é trágico. é cômico. É que eu simplesmente esquecia de comer...todas as vezes que eu estava entretida fazendo alguma coisa boa, eu me esquecia de comer...Em compensação, me lembro bem das horas de tédio que eu passava me empanturrando de doce. Acho q nesse sentido, eu sou históricamente uma incógnita! Mesmo porque eu nunca fui muito gorda nem muito magra...vai ver que os dois extremos se equilibravam...
Mas e agora? e nos dias atuais...eu não tenho certeza se eu sou gorda. Porque eu me vejo gorda, eu me sinto gorda. E sei que como muito! Mas em geral as pessoas não me acham gorda...Será então que eu fui mordida pelo bicho da anorexia? Claro que nada extremista porque tenho plena convicção de que não sou realmente magra. Talvez num nível mais brando? Ou quem sabe os parâmetros é que são diferentes? Por exemplo, eu me vejo gorda porque me comparo com as mulheres lindas da TV e do meu bairro...a propósito no meu bairro moram muitíssimas modelos... e as outras pessoas me veem menos gorda pq me comparam com as pessoas realmente gordas. Eu tenho plena convicção que eu não sou uma obesa, memo porque eu não peso 100 quilos, mas em que limite eu sou gorda?
Será que eu me sinto gorda só porque a sociedade impões um padrão de beleza e magreza irracional? Ou será que eu me sinto gorda porque eu sinto que eu como demais?
Eu realmente como demais. Sei que para manter meu corpo saudável eu precisaria ingerir apenas um terço do que eu coloco para dentro. E isso não foi nenhum nutricionista que me falou não. Eu simplesmente sei disso. Mas é que eu tenho uma dificuldade imensa de parar quando sinto tanto prazer gustativo...
Ontem fui jantar com uma querida amiga, (a proposito, obrigada meu Deus por tê-la enviado ontem...eu gostei muitíssimo da companhia...) e apesar de não estar acostumada a jantar, eu comi bastante. E fiquei com a barriga tão pesada que dormi muito mal.
Qual a lógica disso? Se o organismo gasta energia para trabalhar na digestão, porque eu ficar em repouso me fez tão mal?
Agora eu iria escrever 'Mas voltando ao assunto'...mas mudei de idéia, porque não sei qual era o assunto...e decidi que eu não preciso realmente de um assunto já que a ideia desses textos é apenas registrar minhas devagações...e eu vou terminar assim como meu professor do colegial falava que eu sempre terminava: como folha de bananeira. Bate um vento e eu simplesmente mudo de direção, sem aviso previo e sem uma lógica clara e/ou plausível.
Mas e agora? e nos dias atuais...eu não tenho certeza se eu sou gorda. Porque eu me vejo gorda, eu me sinto gorda. E sei que como muito! Mas em geral as pessoas não me acham gorda...Será então que eu fui mordida pelo bicho da anorexia? Claro que nada extremista porque tenho plena convicção de que não sou realmente magra. Talvez num nível mais brando? Ou quem sabe os parâmetros é que são diferentes? Por exemplo, eu me vejo gorda porque me comparo com as mulheres lindas da TV e do meu bairro...a propósito no meu bairro moram muitíssimas modelos... e as outras pessoas me veem menos gorda pq me comparam com as pessoas realmente gordas. Eu tenho plena convicção que eu não sou uma obesa, memo porque eu não peso 100 quilos, mas em que limite eu sou gorda?
Será que eu me sinto gorda só porque a sociedade impões um padrão de beleza e magreza irracional? Ou será que eu me sinto gorda porque eu sinto que eu como demais?
Eu realmente como demais. Sei que para manter meu corpo saudável eu precisaria ingerir apenas um terço do que eu coloco para dentro. E isso não foi nenhum nutricionista que me falou não. Eu simplesmente sei disso. Mas é que eu tenho uma dificuldade imensa de parar quando sinto tanto prazer gustativo...
Ontem fui jantar com uma querida amiga, (a proposito, obrigada meu Deus por tê-la enviado ontem...eu gostei muitíssimo da companhia...) e apesar de não estar acostumada a jantar, eu comi bastante. E fiquei com a barriga tão pesada que dormi muito mal.
Qual a lógica disso? Se o organismo gasta energia para trabalhar na digestão, porque eu ficar em repouso me fez tão mal?
Agora eu iria escrever 'Mas voltando ao assunto'...mas mudei de idéia, porque não sei qual era o assunto...e decidi que eu não preciso realmente de um assunto já que a ideia desses textos é apenas registrar minhas devagações...e eu vou terminar assim como meu professor do colegial falava que eu sempre terminava: como folha de bananeira. Bate um vento e eu simplesmente mudo de direção, sem aviso previo e sem uma lógica clara e/ou plausível.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Vivendo no milagre
Hoje bem cedo fui surpreendida por um milagre.
É por essas e outras que não entendo como alguém pode não acreditar em Deus.
Ao longo da minha vida, minha fé oscilou mais que corda de equilibrista de circo. Já passei por momentos de fé agregada, de fé emprestada, de fé arraigada, de fé hereditária, de ausencia de fé, de questionamento de fé, de dúvida de fé, de conhecimento de fé, de busca de fé, de constatação de fé e agora eu estou numa fase de maravilhação COM a fé. Acho que, como todo mundo, eu precisei perder tuto pra começar a descobrir que o tudo nunca me abandonou.
Quando eu me mudei pra São Paulo, o fiz por vários motivos mas principalmente porque eu achava que não fazia diferença a cidade em que eu estava, de qualquer forma eu estaria sozinha. Aff, como me enganei. Na primeira semana me apareceu um companheiro constante, que caminhava comigo e ficava presente em todos os momentos potenciais de solidão. Eu não criei um amigo imaginário! Eu não fantasiei nada! Só comecei a sentir um conforto imenso, uma segurança e uma proteção sem tamanho. Tipo aquela sensação de quando vc é criança e machuca o joelho e seu pai (que é sempre imenso, com brações imensos, devido à proporção) vem e te abraça e diz que vai ficar tudo bem. Essa sensação ainda não me abandonou, ao contrario, ela se ampliou. Agora eu percebo que em momentos de fúria eu me sinto acalmada, como uma brisa que prevalece ao tufão; em momentos de carência sempre surgem artifícios de compensação; em momentos de desespero sempre sugem noites acalmantes...
Ontem eu estava em um momento de entrega, o evangélio da liturgia diária de ontem falava sobre entrega, sobre se entregar nas mãos de Deus e sobre entregar as nossas vontades e dúvidas nessas mesmas mãos. Foi engraçado pq eu me entreguei, entreguei um sonho lindo nas mãos do meu Senhor e hoje de manha, ao sair de casa, bem na hora do primeiro bom dia, Ele me responde, me devolve a esperança e me apresenta um lindo motivo pra continuar sendo forte e acreditando.
Não sei como Lhe agradecer, ó Pai. Mas envio o meu mais singelo obrigada. Obrigada por me amar e proteger tanto! Obrigada por aceitar minha vida como sendo Sua.
É por essas e outras que não entendo como alguém pode não acreditar em Deus.
Ao longo da minha vida, minha fé oscilou mais que corda de equilibrista de circo. Já passei por momentos de fé agregada, de fé emprestada, de fé arraigada, de fé hereditária, de ausencia de fé, de questionamento de fé, de dúvida de fé, de conhecimento de fé, de busca de fé, de constatação de fé e agora eu estou numa fase de maravilhação COM a fé. Acho que, como todo mundo, eu precisei perder tuto pra começar a descobrir que o tudo nunca me abandonou.
Quando eu me mudei pra São Paulo, o fiz por vários motivos mas principalmente porque eu achava que não fazia diferença a cidade em que eu estava, de qualquer forma eu estaria sozinha. Aff, como me enganei. Na primeira semana me apareceu um companheiro constante, que caminhava comigo e ficava presente em todos os momentos potenciais de solidão. Eu não criei um amigo imaginário! Eu não fantasiei nada! Só comecei a sentir um conforto imenso, uma segurança e uma proteção sem tamanho. Tipo aquela sensação de quando vc é criança e machuca o joelho e seu pai (que é sempre imenso, com brações imensos, devido à proporção) vem e te abraça e diz que vai ficar tudo bem. Essa sensação ainda não me abandonou, ao contrario, ela se ampliou. Agora eu percebo que em momentos de fúria eu me sinto acalmada, como uma brisa que prevalece ao tufão; em momentos de carência sempre surgem artifícios de compensação; em momentos de desespero sempre sugem noites acalmantes...
Ontem eu estava em um momento de entrega, o evangélio da liturgia diária de ontem falava sobre entrega, sobre se entregar nas mãos de Deus e sobre entregar as nossas vontades e dúvidas nessas mesmas mãos. Foi engraçado pq eu me entreguei, entreguei um sonho lindo nas mãos do meu Senhor e hoje de manha, ao sair de casa, bem na hora do primeiro bom dia, Ele me responde, me devolve a esperança e me apresenta um lindo motivo pra continuar sendo forte e acreditando.
Não sei como Lhe agradecer, ó Pai. Mas envio o meu mais singelo obrigada. Obrigada por me amar e proteger tanto! Obrigada por aceitar minha vida como sendo Sua.
quarta-feira, 16 de março de 2011
filminho e poltrona reclinável
Amo cinema.
Quando a sala vai ficando mais e mais escura, eu agradeço a Deus por termos a competencia intelectual de criar coisas tão magníficas. Já estive em seções em que eu me perdi no espaço tã envolvida que estava na comedia romantica, de repente me peguei agradecendo por ter esquecido por vários minutos a cidade em que eu estava. Já hove épocas em que eu valorava meu salário em seções de cinema, quanto mais seções meu dinheiro pudesse pagar, mais bem remunerada eu estava sendo. Aliás, dessa época o que eu mais lembro é de sair da seção vespertina e vislumbras a Praça da Liberdade verdemente ensolarada. Ou como me marcou ver essa mesma praça num tom de azul acinzentado, com árvores secas de outono, para uma seção ao ar livre de filme conceitual japonês.
Estou pensando até que criei esse blog na esperança de ter alguem pra me escutar...pra eu não me esquecer da cor da minha propria voz...
Mas agora acabei de sair de mais uma simples seção. Um filme em que as pessoas simplesmente não tiveram forças para se levantar das poltronas mesmo após os creditos finais passarem. E que créditos poéticos: mostrando a transição entre o negro e o branco, e mostrando a ambivalencia do carater de toda e qualquer pessoa, que nunca é totalmente má ou totalmente boa. Cliche, eu sei. Mas a pena negra que aparece no todo branco e a pena branca que aparece no todo preto são totalmente poéticas, sem contar que por si só o Lago dos Cisnes é mais que um classico, e há que ser respeitado. Nem vou falar nada da atuação da Portman, e não discorrerei sobre minhas opiniões pessoais sobre o Oscar, mas que ela teve o reconhecimento merecido, ah isso teve. Me lembra de um comentário que uma amiga minha postou no face: "tão boa que em alguns momentos chega a me dar medo". Pois esse comentário foi um dos motivadores que me levaram a essa seção porque, não sei de onde eu tirei a ideia, mas eu imaginava esse filme mais como uma videogravação de uma apresentação de balé. Mais uma vez fica provado como devemos nos libertar dos pre-conceitos.
De qualquer forma, idependente do filme (e independente mesmo, pq no cinema eu gosto até de filme ruim...rsrs) a arte de agrupaento e montagem de imagens é a poesia que mais me toca. Meu ouvido não é muito bom pra reconhecer musicas, eu não guardo muito nomes de bons autores (muito menos dos maus...), não tenho ritmo suficiente para dançar, mas uma imagem às vezes é capaz de me tirar do tempo e espaço. Um dia ainda vou postar algumas fotos que eu ja tirei. Não sou nenhuma artista, mas sei reconhecer quando uma coisa é bela e vale a pena ser registrada. Às vezes tenho a sensação de que minha cabeça é um album de fotografias de locais, coisas e situações mágicas. E olha que esse mundo é realmente cheio dessa magia.
Eu nem queria escrever tanto, nem devia ter tido o trabalho de ligar o note a essa hora, mas não resisti à tentação de falar, ou pelo menos tentar, dessa minha emoção. Toda vez que saio do cinema é a mesma coisa: parece que meus pés flutuam, minha alma me iça do chão pq ela está inflada, cheia de uma poesia emprestada da sensibilidade de outros... Nesses momentos meus sentidos ficam mais apurados e eu fico vibrante. Tá aí, o melhor programa que existe, para se fazer só ou acompanhada.
Beijos e boa noite.
Quando a sala vai ficando mais e mais escura, eu agradeço a Deus por termos a competencia intelectual de criar coisas tão magníficas. Já estive em seções em que eu me perdi no espaço tã envolvida que estava na comedia romantica, de repente me peguei agradecendo por ter esquecido por vários minutos a cidade em que eu estava. Já hove épocas em que eu valorava meu salário em seções de cinema, quanto mais seções meu dinheiro pudesse pagar, mais bem remunerada eu estava sendo. Aliás, dessa época o que eu mais lembro é de sair da seção vespertina e vislumbras a Praça da Liberdade verdemente ensolarada. Ou como me marcou ver essa mesma praça num tom de azul acinzentado, com árvores secas de outono, para uma seção ao ar livre de filme conceitual japonês.
Estou pensando até que criei esse blog na esperança de ter alguem pra me escutar...pra eu não me esquecer da cor da minha propria voz...
Mas agora acabei de sair de mais uma simples seção. Um filme em que as pessoas simplesmente não tiveram forças para se levantar das poltronas mesmo após os creditos finais passarem. E que créditos poéticos: mostrando a transição entre o negro e o branco, e mostrando a ambivalencia do carater de toda e qualquer pessoa, que nunca é totalmente má ou totalmente boa. Cliche, eu sei. Mas a pena negra que aparece no todo branco e a pena branca que aparece no todo preto são totalmente poéticas, sem contar que por si só o Lago dos Cisnes é mais que um classico, e há que ser respeitado. Nem vou falar nada da atuação da Portman, e não discorrerei sobre minhas opiniões pessoais sobre o Oscar, mas que ela teve o reconhecimento merecido, ah isso teve. Me lembra de um comentário que uma amiga minha postou no face: "tão boa que em alguns momentos chega a me dar medo". Pois esse comentário foi um dos motivadores que me levaram a essa seção porque, não sei de onde eu tirei a ideia, mas eu imaginava esse filme mais como uma videogravação de uma apresentação de balé. Mais uma vez fica provado como devemos nos libertar dos pre-conceitos.
De qualquer forma, idependente do filme (e independente mesmo, pq no cinema eu gosto até de filme ruim...rsrs) a arte de agrupaento e montagem de imagens é a poesia que mais me toca. Meu ouvido não é muito bom pra reconhecer musicas, eu não guardo muito nomes de bons autores (muito menos dos maus...), não tenho ritmo suficiente para dançar, mas uma imagem às vezes é capaz de me tirar do tempo e espaço. Um dia ainda vou postar algumas fotos que eu ja tirei. Não sou nenhuma artista, mas sei reconhecer quando uma coisa é bela e vale a pena ser registrada. Às vezes tenho a sensação de que minha cabeça é um album de fotografias de locais, coisas e situações mágicas. E olha que esse mundo é realmente cheio dessa magia.
Eu nem queria escrever tanto, nem devia ter tido o trabalho de ligar o note a essa hora, mas não resisti à tentação de falar, ou pelo menos tentar, dessa minha emoção. Toda vez que saio do cinema é a mesma coisa: parece que meus pés flutuam, minha alma me iça do chão pq ela está inflada, cheia de uma poesia emprestada da sensibilidade de outros... Nesses momentos meus sentidos ficam mais apurados e eu fico vibrante. Tá aí, o melhor programa que existe, para se fazer só ou acompanhada.
Beijos e boa noite.
Cuspindo
Hoje inicio o processo de cuspir minhas ideias.
O objetivo não é popularizar mas centralizar os pensamentos dispersos.
Comecei porque estava refletindo sobre pessoas, amigos e eu mesma.
Eu recebo diariamente um email do Padre Marcelo Rossi sobre o livro dele Ágape, e de vez em quando aparece algum texto que faz sentido pra mim. Com o de hoje aconteceu exatamente assim. Ele escreveu sobre o presente que as pessoas são. As pessoas são um presente na nossa vida, uns mais valiosos, outros com a embalagem mais bonita, outros apenas significativos. Unindo à essa ideia de presente, eu comecei a lembrar de coisas que cada amigo meu já me disse sobre relacionamentos, sobre mim mesma e sobre eles mesmos.
Tenho muitos amigos, e só percebo agora que eu estou longe deles, o quanto eles me querem bem. Eu diria que eu sou uma pessoa muito rica em afetividade. Acho inacreditável como pode algumas pessoas tão magníficas fazerem tanto esforço pra me ter por perto? Eu não acho que os mesu amigos sejam do tipo que me apoiam sempre, aqueles que emprestam forças pra gente suportar as nossas vidas. Acredito que os meus amigos agem de forma diferente sobre a minha vida. É claro que eles são parte de meu suporte e motivação, mas eu me sinto forte por mim mesma. Então eu acho que eles agem mais como iluminação e esperança. É através dos meus amigos que eu consigo visualizar um futuro e um mundo melhor, porque com tanta gente boa, bonita e especial no mundo, é claro que esse mundo tem de ser bom e cada vez melhor!
Eu estou lendo o livro Comer Rezar Amar da Elizabeth Gilbert e (mesmo morrendo de pesar de o terminar e adiando sempre esse finalmente) já estou no terço final. Me identifiquei tanto com esse livro que antes mesmo de terminar já sei que vou lê-lo novamente, isso é uma coisa incrivel pra mim que raramente repeti um livro. Aliás quero aproveitar e agradecer à Lud que me presenteou o livro e o indicar a todos que porventura lerem este post. Bom, no livro a autora fala da importancia de estarmos felizes e bem com nós mesmos para a felicidade e bem estar do mundo como um todo. Por exemplo, se e somente se eu estiver bem comigo mesma é que eu serei capaz de transmitir paz e alegria e a partir daí ajudar a quem quer que precise.
Eu comecei a pensar isso refletido em mim e cheguei à conclusão que eu sou uma pessoa privilegiada e muitíssimo abençoada, porque eu não consigo me lembrar de tristezas minhas que tenham sido duradouras. Eu sou uma pessoa muito forte. E houve um tempo em que eu estava cansada de ser forte para mim e para os outros (porque se observarmos bem, todo mundo quer se apoiar nas pessoas que transmitem essa fortaleza) e o que eu queria mesmo é que alguem fosse meu apoio, fosse forte por mim.
Porque, o grande problema de ser forte é que às vezes pode-se perder a noção da realidade de sua força e acabar se sobrecarregando...Eu precisei sair de mim, de tudo que eu mais valorizava para aprender isso...para aprender o quanto eu de fato amo cada um dos amigos q eu tenho e o quanto eu realmente sou forte.
Cheguei à conclusão do início: meus amigos não representão suporte pra mim, eles são brilho, cor e intencidade. Deus é o meu suporte, meu alicerce. Meus amigos são minha alegria de viver.
O objetivo não é popularizar mas centralizar os pensamentos dispersos.
Comecei porque estava refletindo sobre pessoas, amigos e eu mesma.
Eu recebo diariamente um email do Padre Marcelo Rossi sobre o livro dele Ágape, e de vez em quando aparece algum texto que faz sentido pra mim. Com o de hoje aconteceu exatamente assim. Ele escreveu sobre o presente que as pessoas são. As pessoas são um presente na nossa vida, uns mais valiosos, outros com a embalagem mais bonita, outros apenas significativos. Unindo à essa ideia de presente, eu comecei a lembrar de coisas que cada amigo meu já me disse sobre relacionamentos, sobre mim mesma e sobre eles mesmos.
Tenho muitos amigos, e só percebo agora que eu estou longe deles, o quanto eles me querem bem. Eu diria que eu sou uma pessoa muito rica em afetividade. Acho inacreditável como pode algumas pessoas tão magníficas fazerem tanto esforço pra me ter por perto? Eu não acho que os mesu amigos sejam do tipo que me apoiam sempre, aqueles que emprestam forças pra gente suportar as nossas vidas. Acredito que os meus amigos agem de forma diferente sobre a minha vida. É claro que eles são parte de meu suporte e motivação, mas eu me sinto forte por mim mesma. Então eu acho que eles agem mais como iluminação e esperança. É através dos meus amigos que eu consigo visualizar um futuro e um mundo melhor, porque com tanta gente boa, bonita e especial no mundo, é claro que esse mundo tem de ser bom e cada vez melhor!
Eu estou lendo o livro Comer Rezar Amar da Elizabeth Gilbert e (mesmo morrendo de pesar de o terminar e adiando sempre esse finalmente) já estou no terço final. Me identifiquei tanto com esse livro que antes mesmo de terminar já sei que vou lê-lo novamente, isso é uma coisa incrivel pra mim que raramente repeti um livro. Aliás quero aproveitar e agradecer à Lud que me presenteou o livro e o indicar a todos que porventura lerem este post. Bom, no livro a autora fala da importancia de estarmos felizes e bem com nós mesmos para a felicidade e bem estar do mundo como um todo. Por exemplo, se e somente se eu estiver bem comigo mesma é que eu serei capaz de transmitir paz e alegria e a partir daí ajudar a quem quer que precise.
Eu comecei a pensar isso refletido em mim e cheguei à conclusão que eu sou uma pessoa privilegiada e muitíssimo abençoada, porque eu não consigo me lembrar de tristezas minhas que tenham sido duradouras. Eu sou uma pessoa muito forte. E houve um tempo em que eu estava cansada de ser forte para mim e para os outros (porque se observarmos bem, todo mundo quer se apoiar nas pessoas que transmitem essa fortaleza) e o que eu queria mesmo é que alguem fosse meu apoio, fosse forte por mim.
Porque, o grande problema de ser forte é que às vezes pode-se perder a noção da realidade de sua força e acabar se sobrecarregando...Eu precisei sair de mim, de tudo que eu mais valorizava para aprender isso...para aprender o quanto eu de fato amo cada um dos amigos q eu tenho e o quanto eu realmente sou forte.
Cheguei à conclusão do início: meus amigos não representão suporte pra mim, eles são brilho, cor e intencidade. Deus é o meu suporte, meu alicerce. Meus amigos são minha alegria de viver.
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